- Queremos um local no subúrbio ou mesmo na Baixada para as categorias de base. E um outro, na Barra da Tijuca ou no Recreio, para os profissionais e juniores. Os juniores teriam uma intimidade maior com os profissionais, já que eles estão sempre sendo utilizados pelo Dorival - disse Mandarino.
Sobre a perda do local, Mandarino acredita ser irreversível por conta da dívida de cerca de R$ 7 milhões que o clube tem com o proprietário do local. A cada ano que passa sem um acordo entre as partes, o débito sofre um acréscimo de R$ 1,3 milhão.
- O bicho tem cara de gato, rabo de gato e corpo de gato. Então ele é um gato. Nada indica algo diferente disso. Temos que trabalhar com a hipótese de que vamos sair do Vasco-Barra. Se conseguirmos ficar, ótimo. Mas não é isso que está desenhado. A tendência realmente é sair - afirmou Mandarino.
O dirigente admitiu que o Vasco não tem um plano B para iniciar a temporada 2010. Porém, uma comissão foi montada para resolver o problema a curto prazo. Além de Mandarino, o presidente da assembléia-geral, Olavo Monteiro de Carvalho, está em busca de uma solução para a falta de um CT.
- Estamos esboçando uma séria de alternativas e quais caminhos vamos seguir. Está tudo no plano da informalidade e não temos nada concreto ainda - explicou o dirigente.
O terreno que o Vasco tem na Baixada Fluminense está praticamente descartado por Mandarino para se tornar o CT das categorias de base.
- O Vasco precisava ter cumprido alguns compromissos com aquele local e não o fez. Já temos um hospital construído na área que era destinado ao Vasco. Estamos à procura de outro local - afirmou.
Fonte: Globo Esporte

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